Brasilis apóia atleta do vôlei sentado

O Colégio Brasilis apóia a atleta paralímpica Gizele Maria da Costa Dias, que iniciou sua carreira como professora do próprio colégio. Ela é mogiana e defenderá o Brasil nos Jogos Paralímpicos de 2016, que ocorrerão no Rio de Janeiro entre os dias 7 e 18 de setembro. Atualmente com 38 anos de idade, Gizele compete na modalidade vôlei sentado e a expectativa da atleta é que a seleção possa conquistar uma medalha na competição.

Gizele tem uma relação de carinho com o Brasilis. Formada em Educação Física, ela deu aulas no colégio entre os anos de 2001 e 2011. “Tenho muito orgulho de fazer parte da família Brasilis. O colégio me deu a primeira oportunidade de emprego da vida. Durante os dez anos que trabalhei na escola, a direção confiou muito em meu trabalho. Sou muito grata”, afirma a atleta.

A diretora pedagógica do Colégio Brasilis, Heloísa Melo, destaca que o apoio à atleta é uma ação institucional importante. “A Gizele faz parte da história do Colégio Brasilis e sempre foi uma excelente profissional. Agora ela participará de uma das competições esportivas de maior destaque do mundo e estamos muito felizes em apoiá-la. Desejamos boa sorte não apenas à Gizele mas a todos os atletas que defenderão o Brasil nas Olimpíadas e nos Jogos Paralímpicos”, ressalta a diretora.

Paixão pelo esporte

Formada em Educação Física, Gizele é apaixonada pelo esporte desde criança, quando começou a jogar vôlei. Com passar do tempo, percebeu que sua baixa estatura não permitiria que se tornasse atleta profissional. Mesmo assim, não abandonou o esporte e continuava competindo em campeonatos amadores. No ano de 2007, sofreu uma torção que a obrigou a passar por cirurgia. Durante o procedimento, no entanto, teve um nervo rompido. O que poderia ser um problema para muitos, acabou possibilitando a realização de um sonho.

Após muito tempo de fisioterapia, Gizele percebeu que a situação poderia ser irreversível. Apesar de os médicos terem afirmado que a mogiana não poderia voltar às quadras, ela acabou iniciando a prática do vôlei sentado, a convite de um amigo. Hoje, com 38 anos, tem no currículo diversas competições e premiações importantes, inclusive internacionais, e vai fazer parte da seleção Brasileira nos Jogos Paralímpicos. “A expectativa é grande e vamos fazer de tudo para um bom resultado”, destaca Gizele.

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